Saubara

Histórico

Saubara é um município baiano, localizado no interior da Baía de Todos os Santos, próxima à foz do Rio Paraguaçu. É originada dos índios tendo inicialmente o nome de “Sauvara”, que vem da palavra saúva, que eram as formigas predominantes na cidade. Porém, por ser colonizada por espanhóis teve o seu nome trocado para Saubara.
A freguesia de São Domingos de Saubara surgiu em 1685 com a construção da Igreja dedicada a São Domingos de Gusmão da Saubara que, foi construída para que protegessem os moradores em alto mar. Essa também serviu de quartel general nas lutas pela Independência da Bahia, onde do seu alto podiam se avistar os portugueses vindo ao ataque. Em 1989, a cidade foi emancipada e deixou de fazer parte da cidade de Santo Amaro, a qual deu origem (2012, Wikipédia).
Com o tipo climático úmido, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua área é de 163 km² e a população é composta por 11.201 habitantes (censo 2010). A região apresenta características paisagistas diversificada tendo praias, falésias, áreas de manguezais e mata atlântica com rios e cascatas. Sua rotina muda no verão quando turistas migram para o município em busca das praias banhadas pelas águas tranquilas e mornas.
O acervo cultural da cidade é composto pelo artesanato. As rendeiras, famosas pela renda de bilro e o trançado de ouricuri, produzem bolsas, tapetes e utensílios caseiros artesanalmente. A Sociedade Filarmônica de Saubara, primeira entidade do município formada em 1916, e as caretas de Saubara são também um forte registro da cultura local. As caretas são originárias das lutas pela Independência da Bahia, quando as pessoas usavam o disfarce de careta para levar alimentos aos combatentes e não serem pegos pela tropa portuguesa. Com o final da guerra, o costume virou brincadeira e é tradição até os dias de hoje.

 A Igreja São Domingos de Gusmão da Saubara, construída  pelos moradores da Ponta de Saubara – região a beira-mar  fundada pelo fidalgo português Braz Fragoso em 1685 – para  que os protegessem em alto mar. A igreja é constituída de pedras  e óleo de baleia,  trazidos por jesuítas espanhóis da Ilha de Itaparica,  junto com a imagem do santo. Ela serviu de quartel general nas lutas  pela Independência da Bahia, onde do seu alto podia-se avistar os  portugueses vindos do mar para o ataque.

Igreja de São Domingo de Saubara

Igreja de São Domingos de Gusmão da Saubara


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