Construções Históricas.

No município existem várias igrejas e edificações históricas onde citamos algumas:

Igreja da Nossa Senhora da Purificação

Santo Amaro possui algumas construções históricas, principalmente igrejas, sendo a principal delas a de Nossa Senhora da Purificação.Nessa igreja acontece a tradicional lavagem da escadaria, organizada por Dona Canô (mãe de Caetano e Bethânia) com a participação de mais de 400 baianas.

Casa de Câmara e Cadeia
Imóvel do século XVIII, provavelmente de 1727. É revestido com decoração neoclássica.

Santa Casa da Misericórdia
Imóvel do século XVIII, 1778. A Santa Casa foi fundada em 08 de setembro de 1778 pelo Des. Ciríaco Antônio de Moura Tavares e pelo vigário Pe. José Batista Leitão. O edifício tem um tratamento neoclássico.

Convento Nossa Senhora dos Humildes
Imóvel do século XVIII, 1793. Nesse ano, Inácio dos Santos e Araújo constrói a capela. Em 08 de dezembro de 1817 é inaugurado o Recolhimento, com a entrada de 12 recolhidas, 06 meninas e 09 servas. Toda a talha da capela é neoclássica.
Igreja de Nosso Senhor do Amparo
Imóvel do século XIX , 1817. A reforma realizada em 1907 teve como objetivo adequar tardiamente a igreja ao gosto neoclássico.

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Cachoeira da Vitória.


A Cachoeira da Vitória, formada pelo rio do mesmo nome, tem três pequenas quedas d’água de volumes diferentes.Já foi a mais alta com cerca de 4 metros, porém uma forte enchente no Rio Paraguaçu mudou o seu traçado e a queda livre.
Como Chegar: é só seguir uma trilha beirando a margem direita do Rio Vitória ou, para os adeptos de aventura, fazer uma pequena caminhada pelo leito do rio.

Trecho da transcrição de Márcio Artesão:
.. Aqui tem o patrimônio arquitetônico,o artístico e cultural e o natural.Só de cachoeira que eu conheço,eu conheço em torno de 22,fora as outras que tem mais ai perdida pelo meio do mato.São cento e poucas nascentes que tem em Santo Amaro..no município.Quer dizer o que é que falta? Trabalha o turismo..

Cachoeira Mãe D’àgua (Cachoeira do Urubu).


Uma das belezas naturais de Santo Amaro é a  Cachoeira Mãe D’água, também conhecida como Cachoeira do Urubu possui cinco quedas d’águas, sendo que a principal tem cerca de 50 metros de desnível.O local é o paraíso dos esportes radicais, ao longo do rio Sergi, os visitantes podem desfrutar de tobogãs, saltos, trekking, cascading no canyon e rapel.
Como chegar: o espaço cultural Lucky 33, um bar-lanchonete de onde se avista o começo da linha do trem, funciona como ponto de partida e chegada dos trilheiros.É preciso percorrer 10 km de via férrea que liga Santo Amaro a Cachoeira, a partir da estação da Rede Ferroviária; chegando ao quilômetro 88, a trilha segue pelo o rio Sergi até a Cachoeira.
Dicas: de acesso difícil, é necessário o acompanhamento de um guia da região que pode ser solicitado na Prefeitura de Santo Amaro.
Também faça contato com a rede ferroviária e solicite um ‘’pirulito’’ para andar pelos trilhos (caso contrário, serão 10 km a pé pelos trilhos).
Para os adeptos de ecoaventuras, é indispensável a contratação de uma empresa especializada em esportes radicais.

Festa do Bembé do Mercado.

Um dos patrimônios imaterial da Bahia, a Festa do Bembé do Mercado acontece  de 10 a 13 de maio e comemora a abolição da escravatura.  A festa teve início em 13 de maio de 1889, após um ano da abolição da escravatura no Brasil, quando os negros de Santo Amaro resolveram festejar a liberdade fazendo louvor aos orixás das águas (Oxum e Iemanjá).  Durante os festejos há exibições de maculelê, capoeira, afoxé, samba de roda e entrega do presente de Iemanjá.

Festa do Bembé do Mercado. (Acervo da prefeitura local)

Festa do Bembé do Mercado. (Acervo da prefeitura local)

Entrevista com Pai Poti no município de Santo Amaro da Purificação em data 11 de setembro de 2012.O entrevistado fala do Bembé do mercado,que é uma festa tradicional da cidade  já reconhecida por outros municípios e está sendo tombada pelo IPAC.

Culinária Santo Amaro.

A Gastronomia de Santo Amaro

O prato típico de Santo Amaro é a maniçoba, que tem como base a folha da mandioca, um dos legados dos índios encontrados no Recôncavo Baiano. É um dos pratos da culinária brasileira, de origem indígena. O seu preparo é feito com as folhas da maniva/mandioca moídas e cozidas, por aproximadamente uma semana (para que se retire da planta o acido cianídrico, que é venenoso), acrescida de carne de porco, carne bovina e outros ingredientes defumados e salgados.

Trecho de transcrição:
Márcio Artesão:
..É uma feijoada, que ao negros não podiam comer feijão, as sobras da carne que ia pra senzala, eles pegavam a folha da mandioca triturava e fazia a maniçoba,a comida dele a feijoada dele…ai você ah é Salvador, não é..a cultura negra nasceu em Santo Amaro…