Grupo Cultural Paparutas

A Ilha do Patí,  situada na cidade de São Francisco do Conde. É uma comunidade, formada por aproximadamente 150 moradores descendentes de escravos, Ilha mantém o grupo Paparutas que são as guardiãs das tradições africanas que através da dança, da música e da culinária, preserva uma das mais belas manifestações culturais do Recôncavo Baiano.

( Foto: Emanuel Alves)       Paparutas

( Foto: Emanuel Alves)
Paparutas

( Acervo do projeto) Paparutas ( Ilha do Patí)

( Acervo do projeto)
Paparutas ( Ilha do Patí)

( Srº Altamirando explica o que são as Paparutas e como a comédia é apresentada,  enfatizando que Paparutas é um ato das doze comédias apresentadas, no entanto apenas um dos doze atos esta sendo apresentado que é o grupo Paparutas) .
( Srº Altamirando explica como as Paparutas se apresentam e quem são os componentes do respectivo grupo).
( O grupo faz uma pequena apresentação, mostrando-nos  a  beleza e o encanto da dança)
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Organizações ligadas á cultura no município

Casa do Samba Zé de Lelinha

A Associação que leva o nome de um dos maiores violeiros de samba chula do Recôncavo, Zé de Lelinha, virtuose da viola machete, assume o compromisso de preservar a tradição e cultura da viola de origem portuguesa, através de oficinas destinadas a jovens da comunidade. A viola machete, essencial para a execução do samba chula, encontra-se praticamente extinta e é fabricada de forma artesanal.

( Acervo do projeto)Casa do Samba Zé de Lelinha, situada na  Rua Manoel Ezequiel do Amaral, 71, São Francisco do Conde.

( Acervo do projeto)
Casa do Samba Zé de Lelinha, situada na Rua Manoel Ezequiel do Amaral, 71, São Francisco do Conde.

( Acervo do projeto)

( Acervo do projeto)

 Mercado Cultural

O antigo Posto de Informação da SECULT, que funcionava esporadicamente no Mercado Cultural, agora será Serviço de Atendimento ao Turista (SAT). O SAT vai concentrar diversos serviços e orientações turísticos, como informações sobre atrativos do município, gastronomia, hospedagem, além de intermediar os roteiros para passeios turísticos. O SAT conta com um espaço para exposição de artesanatos dos produtores locais.

( Acervo do projeto)Mercado Cultural, Endereço: Largo Maria do Benzê, s/nº – Orla de São Francisco

( Acervo do projeto)
Mercado Cultural, Endereço: Largo Maria do Benzê, s/nº – Orla de São Francisco

( Acervo do projeto) Artesanatos do município

( Acervo do projeto)
Artesanatos do município

O município possui  diversos  pontos de  cultura, entre os quais foram destacados acima, assim como outros  que seguem na relação a baixo.

Instituição: Pontinho de cultura Bejimirô

Endereço: Rua Ministro Bulcão Viana 16, centro – São Francisco do Conde Instituição: ONG REVER – Organização Não Governamental Projeto: FAMUSC – A nova Geração Responsável Legal: Jamile Borges de Oliveira Reis Endereço: Praça da Bandeira, s/n, Instituto Municipal Luiz Vianna Neto, Centro, São Francisco do Conde E-mail: romulus_r@hotmail.com Telefones: 71 3287 3188 | 71 8771 9878 | 71 8171 8074 Coordenador: Romulus Sousa Rebouças.

Arraiá do Chico

O São João do município conhecido como tradicional Arraiá do Chico é a verdadeira manifestação cultural que enaltece o protagonismo sanfranciscano e expressa o grande mosaico da cultura nordestina, o famoso Arraiá do Chico é a maior festa do município no quesito populacional e atrativos musicais, turísticos e culturais, sempre com exposições que compõem parte dos atrativos como Feira de Artesanato, Coreto, barracas de comidas e bebidas típicas e palcos alternativos para apresentação de quadrilhas, bandas locais e grupos culturais.

Periodo: Junho/Julho
 Por que Conhecer?

Permite conhecer um pouco mais da cultura local, além de participar de uma das festas mais tradicionais da Bahia que envolve os diversos elementos da cultura do nordeste, homenageando sempre pessoas que representaram ou que ainda representem elementos da cultura nordestina.

Arraiá do Chico ( Acervo do projeto)

Arraiá do Chico
( Acervo do projeto)

Carnaval

O Carnaval é vivenciado com diversas atividades no município ainda hoje se mantêm vivas as manifestações culturais da Era Colonial, entre elas o Bumba-meu-boi e a Nega Maluca, além das produções culturais como o Lindroamor, Capabode, Mandus e os Meninos da Lama, todos esses elementos culturais saem às ruas da cidade no carnaval, é uma grande concentração e valorização da cultura local.

Período: Carnaval ( Todos os grupos culturais saem juntos) 
Por que Conhecer:

Alguns são personagens da cultural local que não são vistos em outras regiões ou em outras localidades com as mesmas características, por retratarem tradições especificas de São Francisco do Conde.

 Fala em destaque:   os elementos da cultura do município nesse dia Caretas, Mandus, Capa-bode, e todas as manifestações vem pra rua nesse dia Bumba- meu boi, Burrinha, Nega- maluca, Amigo folhagem, tudo isso vem pra rua no carnaval, e mais os grupos de blocos o bloco de coroas, Meninos de lama, e uma infinidade de grupos que agente traz pra rua com mais de três mil pessoas e agente faz um carnaval com muita informação (…) ’’ Completa Ana Cristina, Secretaria de Cultural do Município.

Capa Bode(Foto tirada do mural do SAT-Serviço de Atendimento ao Turista)

Capa Bode
(Foto tirada do mural do SAT-Serviço de Atendimento ao Turista)

 

Samba-Chula Filhos da Pitangueiras

O samba – chula tem características próprias que o tornam especial. Segundo o integrante mais ilustre do grupo senhor Zeca Afonso o grupo não começa o samba enquanto os cantores estiverem recitando a chula (chamado de relativo). A dança só tem início após a declamação, quando uma mulher de cada vez samba no meio da roda, ao som dos instrumentos e de palmas, enquanto são iniciados os primeiros passos, uma não pode entrar sem que comece a cantar a mesma chula e o mesmo relativo.

Uma dupla de cantadores canta a chula e a outra dupla reforçada pelo coro das mulheres responde com o relativo um verso menor que é a chula. Nessa hora, ninguém entra na roda para sambar, esperando os homens terminarem de cantar e começar a parte instrumental com solos de viola e da percussão. A sambadeira agora samba com passos miudinhos, e percorrendo a roda toda dar a umbigada na outra sambadeira que é a vizinha de lugar, que espera a próxima chula cantada.

Período: Eventualmente
Por que Conhecer? 

Fala em destaque: “ não existe Samba- chula no Brasil em canto nenhum só aqui só existe este grupo eu digo por que eu fui ao sonora Brasil em 2006 e tocamos no Brasil quase inteiro e não teve nenhum lugar que agente chegasse que alguém conhecesse  o que era o Samba – chula veio conhecer quando  agente chegou…nos estados do Paraná, Santa Catarina (…) ninguém conhece o que é Samba- chula no Brasil, ate porque é um negocio muito antigo é do passado  o povo não conhece de jeito nenhum, eu conheço porque meu tataravó era um dos que trouxeram esta manifestação para o Brasil e foi passando de geração para geração ele era mestre de samba (…) relata o senhor Zeca Afonso ( integrante mais antigo do grupo e passador da tradição).

 

( Desde os 6 anos de idade que o Srº Zeca começou a adquirir os saberes do avô)
(Mestre Zeca Afonso relata  como começou o repasse da tradição  do Samba- Chula, e o sucesso que ele  e o primo adquiriram ainda tão jovens  e tão cedo)